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Michael Pipoquinha.                     

A partir do Lançamento de seu segundo álbum intitulado Lua, titulo que homenageia sua filha, Maria Lua, iniciou-se a Tour 2018/19.

O disco foi dirigido pelo próprio Michael e produzido por Sandro Haick, um trabalho independente muito bem elaborado e executado por grandes músicos e amigos que fazem parte da convivência do Pipoquinha. O resultado, como era de se esperar, surpreendeu a todos os músicos que contribuíram com excelência e acima de tudo com muita alegria. A produção conta com a participação mais que especial de Yamandu Costa, num Duo onde interpretam com maestria um tema autoral, com a identidade tradicional do Sul do pais, ainda conta com uma valsa composta por Toninho Horta especialmente Pro Pipoquinha.

Michael é natural de Limoeiro do Norte, Ceara, em 1996. Musico precoce teve seu primeiro contato com a música aos seis anos de idade através de seu pai, também musico. Com uma breve passagem pelo Conservatório Alberto Nepomuceno, teve aulas práticas de percepção, piano e coral e aos 11 anos iniciou sua carreira profissional tocando música instrumental com os maiores músicos de Fortaleza.

Devido ao grande talento precoce, em pouco tempo já despontava como revelação da Música Instrumental, aos 13 anos participou do quadro de talentos do programa Domingão do Faustão e conquistou de fato seu espaço entre os maiores músicos do pais.

Seu primeiro álbum, Cearensinho, foi lançado quando tinha apenas 15 anos, produzido por Arthur Maia. Devido ao sucesso, logo passou a ser presença nos principais festivais de música Instrumental no Brasil, ganhou notoriedade internacional, foi reconhecido e comentado por seus ídolos, Victor Wooten e Stanley Clarke, em revistas como a Bass Player e Guitar Player e entrevistas de programas americanos.

Andou por vários países da América Latina representando a música brasileira.

Em 2015 foi convidado pelo programa W`eve Got a Talent a se apresentar com uma das mais respeitadas Orquestras Sinfônicas da Europa, a WDR Big Band, em Colonia, Alemanha, executando temas de seu primeiro álbum com a participação de Jacob Collier.

Em 2016 Fez apresentações no festival Cover Baixo com Richard Bonna, outro grande ídolo e exímio contrabaixista de renome internacional

Em 2017 voltou a Europa pra mais uma turnê, apresentações e workshops na Letonia, Riga, Austria e Suécia ainda no mesmo ano participou do Standard Jazz Festival em Grahamstown na Africa do Sul.

Em 2018 voltou à Europa para shows e workshops na Suécia, Letonia, Riga e tem propostas para shows na Itália e França.

Entre uma viagem internacional e outra, Michael Pipoquinha pontua com participações em shows de artistas renomados e participações nos grandes festivais pelo Brasil afora, sempre levando em sua musica a essência, o carisma e a alegria do musico brasileiro, sobretudo com seu virtuosismo e precisão que é sua marca registrada.

Para a turne 2018/2019, Michael Pipoquinha chega com a mesma formação do time que gravou o disco Lua:

Michael Pipoquinha – Contrabaixo
Sandro Haick – Guitarra
Alex Buck – Bateria
Bruno Cardoso – Teclado
JP – Sax e Flauta
Mestrinho – Acordeon

Além da formação com a Banda, em determinados locais as apresentações se fazem em Duo, Trio e até mesmo Solo.

Em 2020 as programações foram interrompidas devido à crise de pandemia.

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