Michael Pipoquinha

Nasceu no Brasil em 1996 e logo na infância teve seu primeiro contato com o violão através de seu pai, que também é musico, e começou a tocar contrabaixo profissionalmente aos onze anos de idade.

Em 2008, ingressou no Projeto ‘Cultivando Talentos no Conservatório Alberto Nepomuceno, Ceará, com aulas de piano, percepção e coral, onde conheceu e assumiu seu amor pela música Brasileira, em especial a música Nordestina. Em 2008 conheceu Artur Maia, um dos expoentes do contrabaixo Nacional, ídolo que viria se tornar seu amigo.

A partir daí, passou a despontar por onde passava, participando de grandes Festivais de Música Instrumental, como o Festival Baixo Brasil Fortaleza, Festival de Jazz e Blues Guaramiranga e Festival Rio das Ostras, apresentando-se com grandes nomes da Música Nacional, como Nelio Costa, Artur Maia, Jeferson Gonçalves e Big Time Orquestra.

Como baixista apresentou seus talentos na tv aos 13 anos no programa Domingão do Faustão, surpreendendo a todos e também inúmeros músicos conceituados do país. Michael Pipoquinha eletrizou a internet pela primeira vez com vídeos caseiros em 2009, quando tinha apenas 10 anos.

Colaborou e participou em vários projetos como a Orquestra Big Time, Arthur Maia, Hamilton de Holanda, Yamandu Costa, Arismar do Espirito Santo, Sergio Groove, Sandro Haick, WDR Orchestra Alemanha, Big Band de Riga – Letonia e outros.

Naturalmente despertou curiosidade por onde passava, devido ao carisma e virtuosismo precoce, participou do quadro “De olho nele” do Domingão do Faustão, programa de entretenimento nacional de maior audiência da televisão Brasileira, onde impressionou o país todo com apenas 13 anos.

No mesmo ano mostrou sua faceta de compositor, iniciando a gravação do seu primeiro disco, Cearencinho, com produção de Artur Maia e participação de grandes músicos como, Marcelo Martins, Zé Canuto, Fernando Caneca, Isaac Negrene e Erick Scobar.

Participou da Expomusic São Paulo apresentando-se com grandes músicos da Música Instrumental Brasileira, como Celso Pixinga, Mozart Mello, Faísca, Celso Almeida e outros.

Em 2012, passou a integrar o grupo de New Jazz BR TRIO, apresentando-se em festivais pela América Sul, em países como Argentina e Uruguai.

Em 2013, em sua segunda participação no festival Rio das Ostras, teve a felicidade de conhecer ídolos como Victor Wooten e Stanley Clarke, e ser reconhecido e elogiado em citações da Revista Bass Player.

Participou no mesmo ano como atração principal do Gospel Jazz Festival na Colômbia e também participou do Power Trio Festival, promovido pela Revista Guitar Player.

Com o lançamento do Primeiro disco intitulado Cearencinho, em 2014, Michael Pipoquinha viajou pelo Brasil fazendo shows de divulgação do trabalho autoral.

Com destreza técnica e muita segurança em suas interpretações, naturalmente foi conquistando espaço, abrindo portas no mercado instrumental nacional e internacional, suas habilidades foram rapidamente aprimoradas com linhas de baixo incríveis, grooves ferozes e impressionante conhecimento melódico e harmônico, tudo encadeado com sua eclética herança brasileira.

Em 2015 Lançou seu primeiro álbum, “Cearencinho”, produzido por Arthur Maia. No mesmo ano lançou o seu disco em países da America Latina e foi convidado a participar do W`eve Got a Talent acompanhado pela Big Band WDR em Colonia – Alemanha, onde conheceu e tocou junto com Jacob Collier.

Em 2016 conheceu Richard Bona e se apresentaram juntos em São Paulo.

Em 2017 Pipoquinha voltou à Europa para mais uma turnê, passando por Letonia, Riga, Austria e Suécia, ainda no mesmo ano participou do Standard Jazz Festival em Grahamstown na Africa do Sul, com o SEU DOMINGOS TRIO, formado com Alex Buck e Mestrinho.

Em 2018 lançou seu segundo álbum “LUA” produzido em parceria com Sandro Haick.

Com portas abertas pela Europa, em 2018 voltou para apresentações shows e workshops passando pela Suécia, Letonia, Riga, Italia e França

Em 2019 já fez duas excursões para Europa, com apresentações em Israel, Istambul, Paris e Suiça, com retorno confirmado para outras duas excursões no segundo semestre.

Apesar de ter apenas 23 anos, Pipoquinha está claramente preparado para deixar sua marca no mundo e continuar impressionando o público nas Américas, Europa e etc.

“Quero que as pessoas saibam que estou pronto e disposto a tocar em todo o mundo, e minha maior alegria é tocar para as pessoas e movê-las com a minha música”. Assim, vem se apresentando mundo afora levando sua musica e técnica, emocionando o publico por onde passa, seja em Shows, Workshops ou Master Classes, sempre acompanhado de excelentes músicos. Atualmente está trabalhando na pré-produção do seu terceiro álbum e, paralelamente, produzindo vídeo aulas, atuando como produtor e participando em gravações para diversos artistas nacionais e internacionais.

2019 tem sido um ano de muito trabalho, com duas turnês pela Europa no primeiro semestre, Bass Camp em Cazadero CA, e ainda com convites para apresentações em Los Angeles e Nova York, além de inúmeras apresentações por todo o Brasil e países Sulamericanos.